Empresas incubadas:
     
       
     
     
 
       
       
       
 
     
             
 
Endereço
Rua Marins Alvarino, 150 - Itararé
Vitória, ES - 29047-660
Tel / Fax: 27 3324.4097
 
 
 

QUALIDADE


SGQ-TEC - SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE

O SGQ-TEC representa uma ação conjunta das principais entidades instaladas no Espírito Santo representantes do Setor de Tecnologia da Informação (TI), para elaborar e implementar, de forma cooperativa, um modo integrado para desenvolvimento e qualificação das empresas que compõem esse Setor. Esse programa visa estabelecer um sistema devidamente organizado, com o propósito de desenvolver e qualificar empresas prestadoras de serviços na área de TI, minimizando seus custos e contribuindo para a melhoria da competitividade e da qualidade dos serviços ofertados.
Participam do SGQ-TEC, como gestoras, as entidades: A SEDEC – Secretaria de Desenvolvimento da Cidade da Prefeitura Municipal de Vitória, a TecVitória – Incubadora de Empresas de Base Tecnológica, e a FINDES – Federação das Indústrias do Estado do Espírito Santo, através do SENAI-ES – Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial do Espírito Santo, e do IDEIES – Instituto de Desenvolvimento Industrial do Espírito Santo. O apoio técnico é exercido pelo Instituto Euvaldo Lodi – IEL-ES.
Comprovadamente a certificação de qualidade eleva as empresas a novos padrões de faturamento pelo reconhecimento da garantia do atendimento às necessidades e especificações de seus serviços.
Para a obtenção das certificações hoje disponíveis (CMM e ISO 9001) se faz necessária uma carga de investimentos não compatível com a grande maioria das empresas de Tecnologia da Informação sediadas no Espírito Santo, o que estabelece um distanciamento cada vez maior entre as empresas maduras e as emergentes, tornando, conseqüentemente, mais complexa a dinâmica para que estas últimas possam estar aptas a competirem em um mercado que apresenta constante evolução.
A proposta da certificação SGQ-TEC vem suprir a inexistência de um degrau intermediário que permita às empresas interessadas em evolução na garantia da qualidade estarem se diferenciando das que, mesmo estando competindo de igual para igual no mercado, não estão interessadas nos resultados que falhas possam trazer à sua imagem, e na resistência à contratação de não certificadas gerada por experiências ruins dos contratantes.
A certificação SGQ-TEC é inteiramente baseada na NBR ISO 9001:2000 permitindo com isto a evolução para esta certificação total aproveitamento dos investimentos efetuados, o que garante a característica de "degrau".
O nível de aderência à NBR ISO 9001-2000 foi definido em 100%. Para a obtenção desta certificação foi montado um programa em cujo investimento financeiro total envolve aproximadamente 45% do necessário para a certificação ISO 9001.
As auditorias seguem o padrão utilizado com sucesso pelo "Programa Integrado de Desenvolvimento e Qualificação de Fornecedores da Federação das Indústrias do ES - PRODFOR", que é uma iniciativa das empresas Aracruz Celulose, Belgo Mineira, Cesan, CST, CVRD, Elkem Participações, Escelsa, Garoto, Nexen Química Brasil, Samarco, Technip Coflexip, Petrobrás e Telemar, sendo utilizados os auditores em atividade para o programa, além de outros capacitados para atendimento à nova demanda esperada.
Com este trabalho estamos viabilizando a um número maior de empresas a busca da certificação em qualidade, elevando o estado do Espírito Santo em médio prazo a um novo patamar de visibilidade em Qualidade de Serviços de Tecnologia da Informação, o que se reflete no mercado nacional como um todo.

MPS-BR

O Objetivo do Projeto MPS.BR é a melhoria de processo do software brasileiro.
Foi criado em dezembro de 2003, com o apoio do MCT e FINEP, com duas metas iniciais:

Criação e aprimoramento do Modelo de Referência (MR-MPS), Método de Avaliação (MA-MPS) e Modelo de Negócio (MN-MPS)
com 5 resultados esperados:

i) documentação do modelo em guias específicos (Guia Geral, Guia de Avaliação e Guia de Aquisição, dentre outros);
ii) capacitação de pessoas por meio de cursos, provas e workshops MPS.BR;
iii) credenciamento de instituições implementadoras (II);
iv) credenciamento de instituições avaliadoras (IA);
v) certificação de consultores de aquisição (CA);

Implementação e avaliação do Modelo MPS em organizações, públicas e privadas, em todas as regiões do país.
com 4 resultados esperados:

i) grupos de pequenas e médias empresas (PMEs) de software criados por instituições organizadoras de grupos de empresas (IOGE);
ii) implementação do MRMPS em 80 empresas até 2006 seguida de mais 120 empresas até 2008;
iii) avaliação MA-MPS em 50% destas empresas no mínimo;
iv) aceitação do Modelo MPS pelo mercado brasileiro, público e privado, em condições similares às de modelos equivalentes como o CMMI.

A partir de 2006, com apoio do BID, há uma 3ª meta:

Disseminação regional do Modelo MPS em 2 Países da América Latina
Com 6 resultados esperados até 2008:
i) tradução dos 3 guias para o Espanhol;
ii) missões para identificação de contrapartes na Argentina (MPS.AR) e Chile (MPS.CL) visando assinatura de convênios;
iii) missões de divulgação e exploração em outros 3 países latino-americanos;
iv) transferência de conhecimento para as instituições contrapartes nestes países;
v) colaboração na implementação do MR-MPS, níveis G e F, em 10 empresas de cada país, seguida de avaliação de 50% das mesmas (sine qua non);
vi) participação destes países na evolução do Modelo MPS, mediante a designação de um a dois especialistas de cada país para compor a Equipe Técnica do Modelo (ETM).

A Sociedade SOFTEX é a coordenadora do projeto e utiliza, para o seu desenvolvimento, a seguinte organização e atribuições:

A coordenação do Projeto MPS.BR é exercida pela Sociedade SOFTEX, visando sua sustentação operacional, institucional e financeira. Compreende todas as ações necessárias ao planejamento, execução, verificação e correções do projeto (ciclo PDCA), incluindo aspectos políticos, institucionais, operacionais, técnicos, administrativos e financeiros.

Conselho de Gestão do Projeto MPS.BR composto pelas seguintes partes interessadas (stakeholders), com o objetivo de apoiar à Sociedade SOFTEX no planejamento das atividades anuais e no acompanhamento da execução dessas atividades:

• Coordenadoria da SOFTEX
• Unidade de Execução do Projeto MPS.BR
• Um representante por entidade com convênio assinado e vigente (não cumulativo): Instituições Organizadoras de Grupos de Empresas (IOGE), Instituições Implementadoras (II) e Instituições Avaliadoras (IA).
• Representantes da Equipe Técnica do Modelo (ETM): coordenador geral e coordenadores de áreas.
• Membros do Fórum de Credenciamento e Controle (FCC).